CONHECER O PASSADO PARA COMPREENDER O PRESENTE

Uma coisa que a gente acha fundamental para que exista sucesso nesse looongo processo de imigração é a integração ao meio. No seu mais amplo aspecto, eu diria. Sim, porque eu entendo que “integração” não é apenas falar francês, comer poutine e gostar de hockey. Dia desses fiquei de queixo caído ao saber de casos de gente que chega aqui sem ao menos saber que no QC se fala a língua de Molière, sem ter ideia de quem é Stephen Harper e outras bizarrices clássicas. Felizmente os brasileiros não se encaixam nessa triste estatística.

Para que essa integração “niveau avancé” possa acontecer um tema é de suma importância: conhecer a história desse povo. “Conhecer o passado para compreender o presente”, é o apelo que os nativos fazem àqueles que, assim como nós, querem viver nesta terra entendendo um pouco melhor o porquê de certos comportamentos e aspectos do cotidiano.

E nessas que eu achei “sem querer querendo” o canal LeGermQC, do YouTube. Acho ele um pouco souveraniste demais pro meu gosto, dá pra notar isso fácil. Mas de qualquer forma ele tem videos que ajudam a gente a explorar melhor o passado dessa gente com quem agora a gente divide espaço, costumes e um bocado de outras coisas. Só pra citar alguns documentários interessantes que eu vi, tem tudo sobre a Révolution Tranquille, as maiores obras e construções do QC e vários outros assuntos ligados à francophonie.

Vale muito à pena a visita! Deixo uma amostrinha só pra aguçar os sentidos na esperança que todos os nossos leitores também queiram um dia chamar esse lugar de casa com propriedade.

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Uma resposta para CONHECER O PASSADO PARA COMPREENDER O PRESENTE

  1. Em breve separarei um tempo do meu dia para o que eu chamo de imersão na integração, isto é, assim que chegar em Montréal vou separar pelo menos 1 hora por dia para assistir/ler coisas que me façam mergulhar na história desse povo. Eu realmente quero me integrar e, mais do que perder o sotaque, isso significa compreender porque as coisas são assim e não assado. Ótima dica essa sua, já está salvo aqui!

    Abraços,
    Lidia.

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